Busca


Coluna do Blog
Ibope igual ao Opinião


Destaques
Aécio e Campos criticam quantidade de ministérios
Agenda dos candidatos ao governo de Pernambuco
Pesquisa do Ibope bomba acessos ao blog
Minha cidade é linda
Blog do Magno com novas redes sociais
Coluna da quinta-feira
Campanha de Eduardo acusa a de Aécio de plágio
Dilma e Ackmin vão inaugurar hoje uma temeridade
Aécio pela 1ª vez admite ter pousado em aeroporto
Sucessão virou rixa do mesmo contra a dúvida


Opinião


Números e emoções para o segundo turno - Maurício Costa Romão
























TwitterTwitterRádio do MagnoRSS

06
12/10
Foi um erro apoio ao Irã na ONU, diz Dilma a jornal americano

 A presidente eleita Dilma Rousseff criticou, em entrevista publicada ontem no jornal The Washington Post, o comportamento do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), em 18 de novembro, ao se abster de votar uma condenação às violações de direitos humanos no Irã. 'Não concordo com o modo como o Brasil votou. Não é a minha posição', afirmou Dilma, que vinha evitando fazer comentários sobre a decisão do Itamaraty. A censura da ONU a Teerã foi motivada pela condenação à morte por apedrejamento de Sakineh Achtiani, acusada de adultério e de envolvimento no assassinato do marido. Em sua primeira entrevista como presidente eleita, Dilma havia criticado a sentença.

Na entrevista ao Post, ela voltou a condenar o apedrejamento de mulheres no Irã. 'Não concordo com as práticas medievais características que são aplicadas quando se trata de mulheres. Não há nuances e eu não farei nenhuma concessão em relação a isso', garantiu. 'Não sou a presidente do Brasil (hoje), mas ficaria desconfortável, como uma mulher eleita presidente, em não me manifestar contra o apedrejamento. Minha posição não vai mudar quando assumir''. A despeito da inflexão do discurso em relação ao Irã, a presidente eleita defendeu o diálogo com o governo dos aiatolás e criticou a política externa americana para a região.(De O Estado de S.Paulo)

.

  Escrito por Magno Martins, às 02h04
 
Comentários Comentários (2) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Dilma estreia na mídia internacional sem tutela de Lula

 A presidente eleita, Dilma Rousseff, fez questão de mostrar melhor suas credenciais ao mundo, em entrevista ao jornal Washington Post, deixando claro que nem todas as posições do governo de Luiz Inácio Lula da Silva são também as suas, especialmente ao falar sobre o Irã. Dilma condenou o apedrejamento e qualquer outro tipo de prática "medieval" contra mulheres e disse que não se sentiria confortável , como uma mulher presidente, em não deixar clara essa posição.

Por outro lado, disse que é importante tentar estabelecer a paz no Oriente Médio, sugerindo que seu governo continuará buscando estratégias de paz naquela região. A presidente eleita também criticou a política de afrouxamento quantitativo dos Estados Unidos, mas ao mesmo tempo fez questão de dizer que seu governo buscará estreitar os laços com o governo de Barack Obama.

Dilma reconheceu que o momento é de grande instabilidade global por causa da crise econômica, e que é fundamental tentar garantir a retomada das economias desenvolvidas para garantir o equilíbrio do mundo.

"Ninguém no Brasil se sentirá confortável se os EUA continuarem com altas taxas de desemprego. A recuperação dos EUA é importante para o Brasil porque os EUA são um extraordinário mercado consumidor", afirmou.

Dilma fez questão de reforçar que pretende dar continuidade ao caminho econômico estabelecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela disse que nos próximos quatro anos pretende reduzir mais a relação dívida/PIB e garantir a estabilidade inflacionária. Segundo Dilma, o objetivo do seu governo é reduzir a dívida do País para 30% do PIB.(De O Estado de S.Paulo)

  Escrito por Magno Martins, às 22h00
 
Comentários Comentários (0) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Lula se despede do cargo com agenda de quem está começando

O último mês do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cargo não vai ter o marasmo que costuma caracterizar os momentos finais de chefes de Estado. O último ato oficial fora da capital ficou para Pernambuco, estado natal de Lula. Lá, ele deve inaugurar uma agência do INSS em Caetés, cidade onde nasceu, afora uma grande homenagem no Recife. Lula vai, pela primeira vez desde que assumiu a Presidência, participar do balanço dos últimos quatro anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Essas prestações de contas já foram coordenadas pela presidente eleita, Dilma Rousseff.

No próximo dia 15, no Palácio do Planalto, o presidente e ministros participam do ato de registro em cartório de tudo o que foi feito nos oito anos. Este, possivelmente, será o último encontro formal de Lula com todos os ministros.

O presidente também tem despedida marcada com parlamentares da base aliada num jantar com peemedebistas na casa do deputado Eunício Oliveira para as bancadas do PMDB na Câmara e no Senado. Depois, num café da manhã para integrantes do PT, em lugar e data ainda não definidos.

Viagens

Lula tem, ainda, viagens marcadas antes de passar a faixa a Dilma Rousseff. Ele volta ao Rio para inaugurar obras do PAC no Complexo do Alemão e entregar casas na favela da Rocinha. O presidente vai, pela última vez no cargo, à reunião da Cúpula do Mercosul, em Foz do Iguaçu (PR). Lula passará, ainda, pelas construções das ferrovias Leste-Oeste, Norte-Sul e Transnordestina, além de obras relacionadas ao Rio São Francisco. No Natal, o evento com catadores de lixo, em São Paulo, do qual costuma participar, deve incluir Dilma a tiracolo . O futebol, paixão de Lula, não podia ficar de fora. Amanhã, ele participa da entrega do prêmio Craque Brasileirão 2010, no Rio de Janeiro.

  Escrito por Magno Martins, às 21h00
 
Comentários Comentários (1) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Prestígio de Eduardo já incomoda aliados nordestinos

Ilimar Franco - O Globo

 A paulistada - Os governadores Jaques Wagner (BA) e Marcelo Déda (SE) e o senador eleito Wellington Dias (PT-PI) estão inconformados com o processo de formação do novo governo.

Eles eram interlocutores privilegiados do presidente Lula, mas não são de Dilma Rousseff.

Em reunião com senadores do PT, Dias reclamou que há “excesso de paulistas” no novo governo.

Eles querem mais espaço para o PT do Nordeste e estão apreensivos com o crescimento do governador Eduardo Campos (PSB-PE).

  Escrito por Magno Martins, às 20h00
 
Comentários Comentários (0) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Bolsa Malfeitor

 A diretoria da delegacia de Santos do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal protesta diante do uso da expressão "Bolsa Malfeitor" para qualificar uma iniciativa sua, propondo a criação de um caixa de pecúlio da categoria para socorrer os fiscais demitidos da instituição a bem do serviço público.

A proposta de socorro, informam os sindicalistas, não é para garantir-lhes o pagamento dos salários enquanto tramita o processo judicial. Trata-se de garantir-lhes o numerário, algo como R$ 12 mil mensais, a título de empréstimo.

Como serão os próprios auditores fiscais quem pagarão a conta da bolsa, o problema é deles. A patuleia sonha com a criação de um fundo semelhante, que socorra o contribuinte que tomou uma cobrança administrativa da Receita, perdeu uma liminar, mas seu recurso à Justiça ainda não transitou em julgado.(Elio Gaspari)

  Escrito por Magno Martins, às 19h00
 
Comentários Comentários (0) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
''Chávez late mais do que morde'', diz Amorim aos EUA
 Em correspondência secreta divulgada pelo site WikiLeaks e publicadas neste domingo pelo jornal Le Monde, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, afirma que Hugo Chávez 'late mais do que morde', e que isolá-lo não é uma opção.
A Venezuela poderia até representar ameaça para a região, mas seu isolamento não é uma solução, frisa Amorim, em mensagem confidencial que deixa às claras posições de políticos brasileiros em relação ao presidente Chávez, ao mesmo tempo em que evidenciam divergências entre Brasil e Estados Unidos sobre relações diplomáticas com a Venezuela de Chávez.

Celso Amorim, afirma num arquivo datado de março de 2007 que 'a orientação política de Hugo Chávez não é a do Brasil, e que os brasileiros não se sentem ameaçados por ele. Mas o ministro da Defesa Nelson Jobim tem visão bem diferente, percebendo sim a Venezuela como 'nova ameaça' à estabilidade regional.

'Os brasileiros consideram plausível uma incursão militar de Chávez num país vizinho, por seu caráter imprevisível', diz um telegrama confidencial de 2008. Por causa disso foi criado um conselho de defesa sul-americano que serve para 'enquadrar a Venezuela e outros países da região em uma organização comum que o Brasil possa controlar'.(Informações da AFP)

  Escrito por Magno Martins, às 18h00
 
Comentários Comentários (3) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Dilma quer se encontrar com Obama depois da posse
 A presidente eleita Dilma Rousseff disse estar disposta a se reunir com o presidente americano Barack Obama depois de sua posse, em sua primeira entrevista a um jornal americano após sua vitória. Falando ao Washington Post, Rousseff ressaltou a importância da relação do Brasil com os Estados Unidos, mas voltou a criticar o baixo nível cambiário do dólar e advertiu que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) está prejudicando seu país comercialmente com sua política de imprimir moedas em grandes quantidades para acelerar a reativação da economia americana. "Planejo visitar o presidente Obama nos primeiros dias da minha posse, se ele quiser me receber", afirmou a primeira presidente mulher do Brasil.

Indagada sobre as relações de seu governo com o Irã, Dilma Rousseff ratificou que haverá mudanças. "Não apoio o apedrejamento (de mulheres). Não estou de acordo com práticas que têm características medievais. Não há matizes possíveis, não farei concessões a respeito", explicou a ex-prisioneira política.

O Brasil se absteve recentemente de votar uma resolução das Nações Unidas para condenar o apedrejamento da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani, de 43 anos, acusada de adultério e cumplicidade no assassinato de seu marido.

"Não estou de acordo com a forma que o Brasil votou. Não é minha posição", assegurou a presidente eleita.(Jornal do Brasil)

  Escrito por Magno Martins, às 17h00
 
Comentários Comentários (3) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
''Ninguém engana a Dilma, nem põe faca no pescoço dela''

 Testemunha privilegiada dos bastidores do Palácio do Planalto, o ex-seminarista Gilberto Carvalho sempre atuou longe dos holofotes, como chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Há quatro dias, Dilma Rousseff deu-lhe uma ordem sem direito a réplica: "Gilbertinho, passe um Gumex no cabelo e ponha um terno bem bonitinho porque vou anunciá-lo na sexta-feira como ministro da Secretaria-Geral da Presidência."

As horas se passavam e nada de anúncio. Até que, muito tempo depois de ter lido um salmo do Evangelho de Cada Dia - prática adotada desde 2003, antes de iniciar o expediente -, Carvalho telefonou para a presidente eleita. "Você me deve um vidro de Gumex", cobrou ele, rindo. Foi quando Dilma leu para o futuro ministro a nota, que acabara de ser redigida, oficializando sua indicação. "Eu tardo, mas não falho", disse ela.

Refém

Na noite de sexta, Carvalho recebeu o Estado em seu gabinete no Planalto, decorado com fotos de seus cinco filhos - dos quais duas meninas adotivas - e imagens de São Francisco e do Espírito Santo. O homem que será ouvidor dos movimentos sociais ficou com os olhos marejados ao falar do apoio dado a ele por Lula quando teve de depor na CPI dos Bingos, em 2005, e garantiu que Dilma não será refém de partidos.

Diante das cotoveladas entre o PT, o PMDB e outros aliados por cargos no primeiro escalão, Carvalho pediu que todos mantenham a calma. "Ninguém engana a Dilma nem deve achar que na base do grito vai levar alguma coisa", avisou. "A pior coisa que tem é botar a faca no pescoço dela."  (O Estado de S.Paulo)

  Escrito por Magno Martins, às 16h00
 
Comentários Comentários (5) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Relator do orçamento dá verba a esquema fraudulento
 Pelo menos R$ 3 milhões dos cofres do governo federal caíram desde abril na conta de um jardineiro e um mecânico. Eles são laranjas num esquema organizado por institutos fantasmas que superfaturam eventos culturais, fraudam prestações de contas e repassam dinheiro para empresas de fachada. Parte desse esquema é sustentada por emendas e lobby explícito, por escrito aos ministérios, de quem hoje elabora o projeto do Orçamento da União de 2011: o senador Gim Argello (PTB-DF).

Investigação feita pelo Estado mostra que, desses R$ 3 milhões, ao menos R$ 1,4 milhão foi repassado para institutos fantasmas por meio de emendas individuais de Gim Argello no Orçamento. E, logo depois, o dinheiro foi repassado para a conta de uma empresa que tem um jardineiro e um mecânico como donos - tudo sem licitação.

A reportagem rastreou um roteiro fraudulento complexo, que envolve entidades de fachada e laranjas. Inicialmente, o parlamentar apresenta uma emenda ao Orçamento que reserva recursos públicos para promover shows ou eventos culturais. Ele apresenta, além da emenda, uma carta ao ministro da pasta. O dinheiro é destinado a um instituto fantasma. O suposto instituto, em seguida, repassa recursos para uma empresa de promoção de eventos ou marketing, com endereço falso e em nome de laranja. As emendas constam em rubricas dos Ministérios do Turismo e da Cultura, que não fazem a checagem presencial da prestação de contas do serviço, nem verificam a atuação do instituto e da empresa subcontratada.(De O Estado de S.Paulo)

  Escrito por Magno Martins, às 15h00
 
Comentários Comentários (2) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Condenados por desvio na UNB por meio da Finatec
 A Justiça condenou um professor da Universidade de Brasília, dois empresários e um sociólogo a penas que chegam a dez anos e dez meses de prisão por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O processo envolve suposto esquema de desvio de recursos públicos por meio da Finatec, uma das principais fundações de apoio à UnB. Foram condenados o professor de engenharia Antônio Manoel Dias Henriques, que presidiu a Finatec, o empresário Luis Antonio Lima, a mulher dele, Flavia Maria Camarero, e o sociólogo Eduardo Grin, sócio do casal.
  Escrito por Magno Martins, às 14h20
 
Comentários Comentários (1) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
CNJ denuncia desembargadores, governador e MP por corrupção

 O Conselho Nacional de Justiça está processando 210 denúncias contra os desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. São casos de suposto favorecimento, tráfico de influência e propinas para acobertamento de desvio de verbas da Assembleia Legislativa. As denúncias, feitas individualmente, atingem também o governador reeleito André Puccinelli (PMDB) e o Ministério Público Estadual.

Há outro pacote de acusações coletivas montado a partir da audiência pública, presidida pela corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, em que aparece até um cheque endossado por um deputado estadual, tendo como portador um desembargador. A reunião ocorreu na quarta-feira passada, com a presença de quase mil pessoas, interessadas no destino das denúncias que atingem negativamente os três Poderes do Estado.

  Escrito por Magno Martins, às 13h40
 
Comentários Comentários (0) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
BC acusa 14 executivos por rombo no banco de Sílvio Santos
 Destaque das notícias deste domingo (5/12), relatório do Banco Central sobre o caso do banco Panamericano aponta 14 executivos como "supostos responsáveis" pelo rombo de R$ 2,5 bilhões descoberto recentemente no banco do apresentador de TV Silvio Santos. Além dos oito ex-diretores, cuja citação já era esperada, o Banco Central incluiu na relação os então membros do conselho de administração. Entre eles, Luiz Sebastião Sandoval, ex-presidente do Grupo Silvio Santos, e Guilherme Stoliar, sobrinho do apresentador e atual presidente do grupo. Na época em que as fraudes foram cometidas, o primeiro era presidente do conselho do Panamericano. Stoliar era um dos membros.
  Escrito por Magno Martins, às 13h00
 
Comentários Comentários (0) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Cidades brasileiras já chegam a nível norueguês de desemprego
 No embalo da forte demanda interna, que puxa a economia, regiões mais prósperas estão alcançando os níveis de desemprego mais baixos já registrados no País. A taxa de desemprego na região metropolitana de Porto Alegre em outubro caiu para 3,7%, comparável com padrões noruegueses, um dos mais baixos do mundo. Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo também se destacam pelos índices reduzidos, segundo dados do IBGE.

Os indicadores excepcionais levantam questionamentos sobre a sustentação do desempenho e não escondem que o Brasil precisa avançar muito para se aproximar da realidade de países mais desenvolvidos. A queda do número de desocupados, embora positiva para o País, traz um problema: a falta de mão de obra disponível no mercado de trabalho.
  Escrito por Magno Martins, às 12h00
 
Comentários Comentários (1) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Marinha, PF e PM prontas para tomar a Rocinha e Vidigal

 O chefe da Polícia Civil, delegado Allan Tunowski, revelou que já tem equipes táticas prontas, treinadas e com conhecimento suficiente para operações de ocupação das favelas da Rocinha e do Vidigal, a exemplo do que ocorreu há uma semana no Complexo do Alemão, informa o jornal O Globo. Só não tem a data da invasão. "Já sabemos como entrar nessas favelas e como ocupá-las. Se a decisão de entrar for tomada amanhã, já temos tudo planejado, sabendo até quem vai entrar e por onde", disse Turnowski.

As polícias Militar e Federal, além das Forças Armadas, também têm equipes preparadas para subir no Vidigal e a Rocinha quando o governador Sérgio Cabral determinar. Para o almirante Álvaro Monteiro, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais e um dos responsáveis pela histórica conquista da Vila Cruzeiro, decidida pelo emprego de blindados da Marinha - usados atualmente pelo exército americano na Guerra do Iraque -, os fuleiros estão preparados para qualquer ação e não há área do Rio onde não entrem, informam Antonio Werneck e Jorge Antonio Barros.

  Escrito por Magno Martins, às 11h20
 
Comentários Comentários (3) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
A cara do governo

Marcos Coimbra - Sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi

 A reação de parte da imprensa às informações sobre a composição do governo Dilma é curiosa. Em alguns veículos, chega a ser cômica. Outro dia, um dos jornais de São Paulo estampou em manchete que Dilma estava “montando o núcleo de seu ministério com lulistas”. O que será que o editor imaginava? Que ela fosse recrutar “serristas” para os postos-chave de sua administração?

Como ensinam os manuais do jornalismo, essa não é uma notícia. Ou será que algo tão óbvio merece destaque? “Cachorro come linguiça” não é um título para a primeira página. No dia em que a linguiça comer o cachorro, aí sim a teremos uma notícia (que, aliás, deverá ser impressa em letras garrafais). Na mesma linha, um jornal carioca achou que era necessário alertar os leitores para o fato de que “Lula está indicando várias pessoas para o governo Dilma”. Em meio a estatísticas sobre quantos nomes já havia emplacado, a matéria era de franca desaprovação.

Na verdade, tanto nessa, quanto na manchete do jornal paulista, estava implícita quase uma denúncia, como se um duplo mal-feito estivesse sendo cometido. Por Lula, ao “se meter” na formação do novo governo, ao “tentar interferir” onde, aparentemente, não deveria ter voz. Por Dilma, ao não reagir à intromissão e o deixar livre para apontar nomes.

Quem publica coisas assim dá mostras de não ter entendido a eleição que acabamos de fazer. Não entendeu como Lula, seu principal arquiteto, a concebeu, como Dilma encarnou a proposta, e como a grande maioria do eleitorado a assimilou.

Tudo mundo sabe que, quando Lula formulou o projeto da candidatura Dilma, a ideia central era de continuidade: do governo, de suas prioridades, de seu estilo. Ele nunca disse o contrário e insistiu no uso de imagens que caracterizavam, com clareza, o que ela representava. Para que ninguém tivesse dúvidas, chegou a afirmar que votar em Dilma era a mesma coisa que votar nele. Foi explícito nos palanques, nas declarações, na televisão.

Dilma sempre falou a mesma coisa. Mostrou-se à vontade como representante de Lula e do governo, seja por sua lealdade para com o presidente, seja pela boa razão de que o governo era dela também. Apresentar-se ao país como candidata de continuidade nunca a deixou desconfortável, pois significava defender aquilo a que havia se dedicado nos últimos oito anos.

Isso foi bem entendido pelos eleitores. Desde o primeiro momento e até o fim da eleição, as pessoas olharam para Dilma sabendo qual era a natureza de sua candidatura. Muitas descobriram suas qualidades pessoais, mas o núcleo da decisão de votar em seu nome foi outro, como mostraram as pesquisas. Ninguém votou em Dilma para que o “dilmismo” vencesse o “serrismo”. Só quem quis que a eleição fosse essa foi o próprio Serra, que sabia que perderia se o foco da escolha se alargasse, se os eleitores olhassem para o que cada candidato representava e não se limitassem a fazer a velha comparação de biografias.

Agora, quando Dilma escuta Lula na montagem do governo, ela apenas cumpre a promessa fundamental de sua candidatura, a razão principal (para alguns eleitores, a única) dela ter sido votada. Quando dá mostras de que manterá ministros e dirigentes, faz apenas o natural. Se, por exemplo, se comprometeu durante a campanha com a preservação de determinada política, porque razão não seria adequado que o responsável permanecesse?

O governo que está sendo organizado terá a cara da continuidade, política e administrativa. Terá a cara de Lula, do PT e das outras forças partidárias que venceram a eleição. Terá a cara da atual administração, que é aprovada pela maioria da sociedade. Terá a cara de Dilma, pois é ela que o chefiará.

É isso que foi combinado com o país.

  Escrito por Magno Martins, às 10h40
 
Comentários Comentários (4) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Lua de fel
 O presidente Luiz Inácio da Silva é daquelas pessoas sortudas, mas que demonstram acentuada dificuldade em conviver com o que de bom a vida lhes dá. Querem sempre mais e acham que o mundo lhes é um eterno devedor. Lula tem todos os motivos para celebrar o sucesso: veio da pobreza, viu o ambiente no qual soube aproveitar oportunidades e venceu ao custo de esforço, obstinação e uma sorte rara.

Chegou à Presidência da República, transitou por ela com apoio inédito - política e socialmente falando -, transpôs obstáculos aparentemente intransponíveis, chega ao fim de dois mandatos popular como nenhum outro e carregando consigo o feito de ter convencido a maioria dos brasileiros a eleger presidente uma desconhecida.

Nunca se viu nada igual (para o bem e para o mal) e dificilmente o País verá tão cedo algo parecido. Lula tem razões de sobra para estar feliz. Felicíssimo. No entanto anda triste. Tristíssimo. Chorando por qualquer coisa, segundo relatos de correligionários. Destilando ressentimento e insatisfação como se pode observar por seus atos e palavras nos últimos tempos.Durante a campanha eleitoral poder-se-ia atribuir esse estado de espírito à tensão do combate.

Na hora da despedida é difícil perceber por que no lugar de estar em lua de mel consigo, Lula cultiva o fel e se dispõe ao exercício da grosseria com uma frequência atípica para quem teria tudo para estar de bem com a vida.

Não quer largar o poder. Entende-se, mas até certo ponto, pois a compreensão da regra do jogo é um imperativo a todo governante. Bem como uma razoável conexão com a realidade. Lula sai iludido de que é a própria 'encarnação' do povo brasileiro. Convenceu-se de que está acima dos demais e que tudo pode. Inclusive dar-se ao desfrute da covardia.

Gratuita, para dizer pouco, a agressividade com que atacou o repórter Leonencio Nossa, do Estado, por causa de uma pergunta sobre o motivo de sua visita ao Maranhão, na última terça-feira. O jornalista quis saber se a presença do presidente no Estado era uma forma de agradecimento à 'oligarquia Sarney'.

Uma pergunta crítica. Respondida de maneira tosca e covarde: 'Você tem de se tratar, quem sabe fazer uma psicanálise para diminuir o preconceito.'

De uma investigação psicanalítica necessita o presidente para compreender a razão de defender-se assim diante de uma mera indagação sem nenhuma ofensa. Consciência pesada por ter se aliado ao que há de mais retrógrado na política?

Arrependimento por não ter tentado o lance maior do terceiro mandato?

Consciência tardia de que quebrou o juramento de cumprir a Constituição?

Seja o que for não justifica a ignorância. No sentido de ignorar o sentido do termo oligarquia (governo de poucas pessoas, pertencentes a um mesmo partido, classe ou família) e no sentido da hostilidade e, sobretudo, da covardia, pois sabia que o rapaz não poderia reagir ao ataque.

Esse é só um exemplo entre vários. Demonstração de que o ofício do poder requer preparo, principalmente para deixar de exercê-lo com um mínimo de nobreza.          (Dora Kramer - O Estado de S.Paulo)

  Escrito por Magno Martins, às 10h00
 
Comentários Comentários (11) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Mensaleiro do DEM doou R$ 8,2 milhões para PSDB

 O empresário José Celso Gontijo, um dos financiadores do esquema do mensalão do DEM no DF, foi o terceiro maior colaborador da direção nacional do PSDB nas eleições deste ano, com doações que totalizaram R$ 8,2 milhões. Também ajudou a financiar as campanhas da família Jucá em Roraima. Os repasses para o PSDB aparecem na prestação de conta do partido no nome de sua mulher, Ana Maria Baeta Gontijo. À Folha, contudo, o empresário afirmou que a colaboração partiu dele mesmo e explicou que usou uma conta corrente que está registrada no CPF de sua mulher.

Doou por "outro presidente"

José Celso Gontijo, investigado como uma das fontes que abasteciam o mensalão do DEM, disse que decidiu doar para o PSDB porque "achava que estava na hora de entrar outro presidente".

Afirmou que optou pelo repasse ao diretório nacional para ficar livre de pedidos dos candidatos e dar opção ao PSDB para distribuir os recursos.(Folha de S.Paulo)

  Escrito por Magno Martins, às 09h20
 
Comentários Comentários (2) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Brasileiros supostos terroristas pró-Irã monitorados pela PF

 O governo Lula monitora há três anos um grupo de brasileiros suspeitos de ter recebido instruções e dinheiro de organizações islâmicas para desenvolver atividades ou núcleos terroristas no país, informa a Folha de S.Paulo deste domingo.

Segundo a Folha apurou, a Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso, que também é acompanhado pela Abin, órgão de inteligência ligado à Presidência.

Os brasileiros são monitorados desde que o governo recebeu um informe da CIA, o serviço secreto dos EUA. O despacho informava que esse grupo, de cerca de 20 pessoas, viajou em 2008 ao Irã com o suporte logístico do Hizbollah e da Jihad Islâmica, milícias que não reconhecem o Estado de Israel e que são consideradas terroristas por vários países.

  Escrito por Magno Martins, às 08h40
 
Comentários Comentários (3) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
Volta de Lula: ''Tudo é possível'', diz Gilberto Carvalho

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tem "ambição automática" de concorrer novamente ao Palácio do Planalto, mas pode disputar a eleição de 2014, dependendo do cenário político.

"Ele não planeja nem voltar nem não voltar. Vai depender muito do que vai acontecer. Uma coisa é um governo Dilma bem-sucedido e outra, com dificuldades. Uma coisa é ele articular um papel internacional muito mais amplo ou não. Tudo é possível. Agora, ambição automática de voltar não existe", afirma Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula e escolhido por Dilma Rousseff para ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

A 27 dias do fim do governo Lula, Carvalho serve a dois senhores e já iniciou "missões" para Dilma. No mês passado, por exemplo, foi emissário de uma carta escrita pela presidente eleita para o papa Bento XVI, em Roma, na qual ela garantia que pretende manter as melhores relações com a Igreja Católica.

"A gente estava com receio de que no Vaticano tivesse sido passada a imagem de um governo antirreligioso, por causa dessa polêmica do aborto na campanha", admite Carvalho.

Embora não vá acompanhar o amigo de 30 anos em seu novo projeto, o chefe de gabinete de Lula garante que vai visitá-lo com frequência.

A ideia de Lula é retomar o trabalho no antigo Instituto Cidadania, no Ipiranga. Levará com ele Luiz Dulci, hoje secretário-geral da Presidência, e Paulo Vannuchi (Direitos Humanos). Tratará de projetos de combate à fome, no Brasil e na África, e promete se empenhar pela reforma política. "Sem isso não há condições de sobreviver uma democracia decente", diz Carvalho. (De O Estado de S.Paulo - Vera Rosa)

  Escrito por Magno Martins, às 08h00
 
Comentários Comentários (1) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  

05
12/10
O golaço carioca

Fernando Henrique Cardoso *

 O Rio marcou um gol, um golaço. E digo bem: foi a cidade do Rio de Janeiro e não apenas seu governo, a polícia ou as Forças Armadas. A César o que é de César: a articulação entre governo, polícias e Forças Armadas foi importante e deixa-nos a lição de que sem articulação entre os muitos setores envolvidos na luta contra o crime organizado e sem disposição de combatê-lo a batalha será perdida. Mas sem o apoio da sofrida população do Rio, dos cariocas e brasileiros que habitam a cidade, e muito particularmente sem o apoio da população que vive nas comunidades atingidas pelos males da droga e pela violência do tráfico, o êxito inicial não teria sido possível.

Estive no morro Santa Marta há pouco tempo, quando a Unidade da Policia Pacificadora já estava estabelecida e pude ver que efetivamente o medo e o constrangimento da população local haviam desaparecido. A droga ainda corre por lá, mas entre usuários e não nas mãos de traficantes locais. Sei que em São Paulo e em outras regiões do país também há tentativas bem sucedidas de devolver ao Estado sua função primordial: o controle do território e o monopólio do exercício da violência (sempre que nos marcos legais). Mas o caso do Rio é simbólico porque a simbiose entre favela e bairro, entre a cidade e a zona pretensamente excluída está entranhada em toda parte.

Há, portanto, o que comemorar. Faz pouco tempo eram quase 100 mil moradores de comunidades cariocas que se haviam libertado, graças à presença da Polícia Pacificadora, da sujeição ao terror do tráfico e das regras de “justiça pelas próprias mãos” ordenadas pelo chefões locais e cumpridas por seus esbirros. Com a entrada do Estado no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro, há a possibilidade de incorporar mais gente às áreas restituídas à cidadania. Mas estas populações serão mesmo restituídas à vida normal em uma democracia? E neste passo começam as perguntas e preocupações. Sem que se restabeleçam as normas da lei, sem que a permanência da força policial, sem que a Justiça comum volte a imperar, sem que a escola deixe de ser um local onde se trafica, sem que os mercados locais sejam interconectados com os mercados formais da cidade e sem que a educação e o emprego devolvam esperança aos “aviões” (os jovens coagidos a serem sentinelas dos bandidos e portadores de droga para os usuários), a vitória inicial será de Pirro. Neste caso a não guerra em algumas comunidades pela fuga dos traficantes com parte de suas armas pode desdobrar-se adiante em um inferno a que serão submetidas populações de outras comunidades, seja por traficantes ou membros das milícias.

Não escrevo isso para diminuir a importância do que já se conseguiu. Pelo contrário, mas para chamar à responsabilidade todos nós, como cidadãos, como pais, avós, como partes da sociedade brasileira pelo que acontece no Rio e em quase todo o país. Fiquei muito impressionado com o que aprendi e vi ao integrar um grupo que está preparando um documentário sobre drogas. Estive em Vigário Geral em um encontro que José Junior do AfroReggae proporcionou para que eu pudesse entrevistar traficantes arrependidos e policiais envolvidos nas guerras locais. Entrevistei muitas mães de famílias, mulheres em presídios, jovens vitimados pelo tráfico (e quem sabe se não partes dele também). Eu havia estado na Palestina ocupada por forças de Israel e vi o constrangimento a que as populações locais são submetidas. Pois bem, no Rio de Janeiro, o constrangimento imposto pelo crime organizado e às vezes exacerbado pela violência policial, que por vezes se confundem, é pelo menos igual, senão maior, ao que vi na Palestina. A falta de liberdade de ir e vir que os bandidos de diferentes facções impõem a seus “súditos” forçados e o medo da “justiça direta” tornam as populações locais prisioneiras do terror do tráfico. E não adianta dar de ombros em outras partes do Brasil e pensar que “isso é lá no Rio”. Não, a presença do contrabando, do tráfico e da violência do crime organizado está em toda parte. E a ausência do Estado também, para não falar que sua presença é muitas vezes ameaçadora pela corrupção da polícia e suas práticas de violência indiscriminada.

Se agora no Rio de Janeiro as ações combinadas das autoridades políticas e militares abriram espaço para um avanço importante, é preciso consolidá-lo. Isso não será feito apenas com a presença militar, a da justiça e a do Estado. Este está começando a fazer o que lhe corresponde. Cabe à sociedade complementar o trabalho libertador. Enquanto houver incremento do consumo de drogas, enquanto os usuários forem tratados como criminosos e não como dependentes químicos ou propensos a isso, enquanto não forem atendidos pelos sistemas de saúde publica e, principalmente, enquanto a sociedade glamourizar a droga e anuir com seu uso secreto indiscriminadamente, ao invés de regulá-lo, será impossível eliminar o tráfico e sua coorte de violência. A diferença entre o custo da droga e o preço de venda induzirá os bandos de traficantes a tecer sempre novas teias de terror, violência e lucro.

Sem que o Estado, inclusive senão que principalmente no nível federal, continue a agir, a controlar melhor as fronteiras, a exigir que os países vizinhos fornecedores de drogas coíbam o contrabando, não haverá êxito estável no controle das organizações criminosas. Por outro lado, sem que a sociedade entenda que é preciso romper o tabu e veja que o inimigo pode morar em casa e não apenas nas favelas e se disponha a discutir as questões fundamentais da descriminalização e da regulação do uso das drogas, o Estado enxugará gelo. Ainda assim, só por liberar territórios nos quais habitam centenas de milhares de pessoas, o Rio de Janeiro enviou a todos os brasileiros um forte sinal de esperança.

* Ex-presidente da República

  Escrito por Magno Martins, às 06h00
 
Comentários Comentários (5) Enviar por E-mail Enviar por e-mail Imprimir Imprimir Topo Facebook Twitter Twitter Topo Topo  


Copyright Magno Martins. 2011. Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita do autor.